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Receita Federal e PIX - Grupo Recovery

Receita Federal e PIX: como funciona a nova fiscalização?

02 de abril de 2025

Receita Federal e PIX são os destaques na mídia no começo de 2025. Isso porque foram implementadas novas regras de fiscalização pelo órgão. 

O objetivo é garantir maior transparência e combater práticas ilícitas, como a sonegação fiscal e a lavagem de dinheiro. 

Nesse cenário, surgem dúvidas com relação à cobrança de tributos e taxas, tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas. 

Pensando nisso, neste artigo vamos explorar como funciona essa nova fiscalização envolvendo Receita Federal e PIX, o que muda e como garantir o cumprimento das normas sem complicações. 

Continue a leitura para conferir! 

Receita Federal e PIX: o que mudou?   

De modo geral, o que muda na fiscalização do PIX pela Receita Federal é que mais instituições serão obrigadas a informar as transações realizadas via PIX ao órgão. 

Além dos bancos tradicionais, devem informar as transações via PIX: 

  • instituições de pagamento (IP), como bancos virtuais e empresas menores; 
  • operadoras de cartões de crédito, responsáveis pelas “maquininhas”. 

Ainda devem ser reportadas à Receita Federal informações de transações envolvendo: 

  • cartões de loja; 
  • cartões de débito; 
  • moedas eletrônicas. 

 

Quais são os limites de movimentação para o envio de informações?   

A Receita Federal estabeleceu um valor mínimo para o envio das informações envolvendo o PIX. 

Esse limite é: 

  • R$ 5 mil mensais para pessoas físicas (CPF); 
  • R$ 15 mil mensais para pessoas jurídicas (CNPJ). 

A primeira entrega desses dados deve acontecer até o final de agosto de 2025, referente ao primeiro semestre de 2025. 

A nova fiscalização implica em aumento de tributos ou criação de novas taxas?   

Não, a nova fiscalização do PIX não implica em aumento de tributos ou criação de novas taxas. 

O objetivo das novas regras é aprimorar o monitoramento das transações financeiras, em especial para combater a sonegação fiscal e a lavagem de dinheiro. 

No entanto, sem que haja qualquer impacto direto sobre a carga tributária. 

 

A nova fiscalização implica em aumento de tributos ou criação de novas taxas?   

Não, a nova fiscalização do PIX não implica em aumento de tributos ou criação de novas taxas. 

O objetivo das novas regras é aprimorar o monitoramento das transações financeiras, em especial para combater a sonegação fiscal e a lavagem de dinheiro. 

No entanto, sem que haja qualquer impacto direto sobre a carga tributária. 

Como a Receita Federal monitora as transações via PIX?   

As informações de transações via PIX são enviadas a cada seis meses por meio do sistema e-Financeira, parte do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). 

Com o envio desses dados, a Receita Federal busca elevar a transparência financeira e combater a sonegação fiscal e a lavagem de dinheiro. 

Essas medidas, portanto, são focadas na transparência e conformidade fiscal, garantindo que as transações realizadas pelo PIX sejam monitoradas pelas autoridades fiscais. 

 

Quais os riscos para o empresário que não se adequar às normas?

Os empresários que não se adequarem às novas normas de fiscalização da Receita Federal e PIX podem enfrentar vários riscos ao negócio. 

Aqui estão alguns dos principais: 

  1. multas e penalidades por sonegação fiscal; 
  2. impacto na relação com instituições financeiras; 
  3. danos à reputação da empresa. 

Portanto, a não adequação às novas regras de fiscalização do PIX pode trazer riscos financeiros, jurídicos e de reputação para as empresas, causando danos consideráveis para o empresário. 

 

Como garantir o uso seguro e transparente do PIX como empreendedor?   

Com relação ao envio das informações sobre as movimentações financeiras para a Receita Federal, o contribuinte não precisa tomar nenhuma ação. 

A responsabilidade de repassar os dados fica a cargo das instituições bancárias e plataformas de pagamento. 

No entanto, como empreendedor, você pode seguir algumas boas práticas para garantir transações seguras via PIX. Acompanhe! 

  1. Documentação: mantenha registros detalhados de todas as transações realizadas, garantindo que todos os pagamentos e recebimentos sejam documentados de forma devida. 
  2. Segurança cibernética: utilize sistemas de segurança robustos, como criptografia, autenticação multifatorial e proteção contra fraudes, para proteger dados financeiros e evitar acessos não autorizados. 
  3. Treinamento de equipe: garanta que sua equipe compreenda as práticas de segurança e como utilizar o PIX de maneira correta e transparente. 
  4. Auditorias regulares: realize auditorias periódicas para verificar a conformidade com as normas fiscais e evitar inconsistências ou erros no registro das transações. 

Essas ações ajudarão a garantir que sua empresa use o PIX de maneira segura, eficiente e em conformidade com as normas fiscais. 

Assim, PIX e Receita Federal não são nenhum “bicho de sete cabeças”. A nova fiscalização visa aumentar a transparência nas transações financeiras e combater práticas ilegais, sem alterar a tributação sobre essas operações. 

Para os empreendedores, a adaptação às novas regras é essencial para evitar penalidades e garantir a conformidade fiscal. 

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